Alunos visitam a 26ª Bienal de São Paulo

A aprendizagem deve integrar vários campos de interesse e extrapolar os limites da sala de aula. Com essa proposta em mente, as professoras Daniela Palma, Suzana Costa Larangeira e Simone Camacho Gonzalez, dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Letras, e Letras, respectivamente, organizaram uma visita monitorada à 26ª Bienal de São Paulo, no dia 8 de novembro.

Os alunos do terceiro semestre de Publicidade e Propaganda, do quarto semestre de Jornalismo e do segundo semestre de Letras, do campus Tatuapé, percorreram os 25.000 metros quadrados do pavilhão localizado no Parque do Ibirapuera. A Bienal de São Paulo é uma das principais mostras internacionais de arte contemporânea, atraindo artistas e visitantes do mundo todo, e teve esse ano, como tema geral, Território Livre, ou seja, a arte como espaço sem limites e sem paralelo com o mundo da vivência real.

As professoras propuseram que os acadêmicos observassem a pertinência desse assunto com os trabalhos apresentados. Alguns estudantes destacaram o caráter político de algumas obras, com referências diretas a acontecimentos da atualidade. Uma das obras mais comentadas foi a escultura do artista chinês Cai Guo-Qiang: um grande pássaro suspenso, feito com fibras vegetais e materiais cortantes (tesouras, facas, canivetes), que foram proibidos de entrar em aviões desde o atentado de 11 de setembro.

Os alunos também puderam interagir e explorar o lado lúdico de algumas obras, como quando, sem sapatos, caminharam sobre o chão coberto de milho que levava a um confessionário, ou ganharam mensagens do realejo da obra de Rosana Palazyan.

Além de tomarem contato com parte significativa da produção artística dos últimos anos no Brasil e exterior, os estudantes puderam trocar experiências, compartilhar expectativas e exercitar em grupo o senso crítico.