Engenharia Aeronáutica

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

INDIANÓPOLIS Autorização Resolução CONSUNI n. 090.316B de 16/03/2009 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 201609011 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 286 de 21/12/2012 publicada em 27/12/2012

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
São José dos Campos Engenharia Aeronáutica 2011 4

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

O curso de Engenharia Aeronáutica da UNIP oferece ao aluno os conhecimentos teóricos e práticos relativos à elaboração de projetos e construção de aeronaves. A partir da formação básica em engenharia, o curso enfatiza o estudo de estruturas, aerodinâmica, propulsão, mecânica de voo, manutenção de aeronaves, com atividades práticas em laboratórios de estruturas e simulação de estabilidade e controle, equipados com tecnologia avançada. Todo o projeto do curso possibilita a formação completa do profissional que atuará nas indústrias aeronáutica, especial e de defesa.

2. Atividades Principais

O profissional em Engenharia Aeronáutica estará apto para atuar no Mercado elaborando a concepção de projetos e a fabricação de aeronaves de asas fixas e rotativas, assim como de artefatos aeroespaciais. Além disso, é capacitado para fazer a programação e o gerenciamento de manutenção dos diferentes tipos de aeronaves e desenvolver pesquisas no âmbito tecnológico e científico nos setores aeronáutico e aeroespacial.

3. Mercado de Trabalho

A formação em Engenharia Aeronáutica oferecida pela UNIP possibilita ao profissional atuar nas diferentes áreas das indústrias aeronáutica, espacial e de defesa. É um Mercado em constante expansão, especialmente na área aeronáutica, já que o Brasil possui a quarta maior indústria fabricante de aeronaves comerciais do mundo, assim como a sétima frota de aeronaves de asa rotativa. Os profissionais atuantes nesse mercado, geralmente recebem suas especializações apenas dentro das empresas de modo muito específico, o que impede o conhecimento abrangente de todo o processo de elaboração da aeronave, desde o seu projeto até a sua construção e decorrente utilização prática. O curso de Engenharia Aeronáutica da UNIP supre a demanda do conhecimento amplo e consciente de todas as etapas do processo, formando o profissional mais qualificado e capacitado para essa área essecial para a economia.

4. Práticas

O curso de Engenharia Aeronáutica da UNIP proporciona aos seus alunos as seguintes práticas:

  • Laboratórios de Física, Química e Mecânica dos Fluidos com Túnel de Vento.
  • Laboratórios de Informática com Internet disponibilizando variados softwares nas plataformas Windows, Linux e outros.
  • Laboratório de Estruturas Capacitado para a Realização de Ensaios Estáticos, Dinâmicos, de Estabilidade Estrutural, de Mecânica da Fratura e Fadiga.
  • Visitas Técnicas.
  • Semana de Palestras e Atividades Específicas.
  • Monitoria.
  • Iniciação Científica.
  • Bibliotecas Integradas.
  • Atividades Multiensino.
  • Banco de Estudos Digitalizado.
  • Acordo de Cooperação de Estágios com Empresas e Órgãos Públicos.
  • Estágio Supervisionado.
  • Projeto Integrado de Conclusão de Curso.

5. Duração

5 anos

6. Coordenador

Fernando Silveira Madani

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Aerodinâmica 90
Aerodinâmica em Regime Transônico e Supersônico 30
Atividades Complementares 100
Atividades Práticas Supervisionadas 480
Avionica 30
Cálculo com Geometria Analítica 75
Cálculo de Funções de Várias Variáveis 60
Ciência dos Materiais 30
Ciências Sociais 30
Cinemática dos Sólidos 60
Complementos de Física 60
Complementos de Quimica Aplicada 15
Comunicação e Expressão 30
Desempenho de Aeronaves 60
Desenho Técnico 30
Desenvolvimento Sustentável 30
Dinâmica de Asas Rotativas 30
Dinâmica de Estruturas 30
Dinâmica dos Gases 45
Dinâmica dos Sólidos 60
Direitos Humanos (Optativa) 20
Economia e Administração 30
Educação Ambiental (Optativa) 20
Eletricidade Básica 60
Eletrotécnica Aplicada a Aeronaves 30
Engenharia Aeronáutica Integrada 30
Engenharia Aeronáutica Interdisciplinar 45
Engenharia Auxiliada por Computador 15
Engenharia e Meio Ambiente 30
Equações Diferenciais 60
Escoamentos Aerodinâmicos e Aeroelasticidade 45
Estabilidade e Controle de Aeronaves 60
Estágio Curricular 480
Estática dos Fluídos 30
Estática nas Estruturas 90
Estatística Descritiva 30
Estatística Indutiva 30
Estruturas Aeronáuticas 75
Estudos Disciplinares 600
Ética e Legislação Profissional 30
Fabricação Mecânica 30
Fabricação Mecânica e Metrologia Aplicadas 30
Fadiga e Mecânica da Fratura 60
Fenômenos de Transporte 60
Fundamentos de Aeronáutica e Teoria de Vôo 30
Fundamentos de Circuitos Elétricos 30
Fundamentos de Termodinâmica 30
Homem e Sociedade 30
Homologação Aeronáutica e Técnicas de Ensaio em Vôo 30
Instrumentação 45
Interpretação e Produção de Textos 30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Manutenção de Aeronaves 45
Materiais de Construção Mecânica Aplicada 30
Mecânica da Partícula 75
Mecânica dos Fluidos 45
Mecânismos e Comandos de Vôo 60
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Metodos de Pesquisa 30
Motores Aeronáuticos 30
Noções de Direito 30
Processos de Fabricação 30
Programação de Computadores 30
Projeto de Aviões 75
Projetos de Elementos de Máquinas 45
Propulsão Aeronáutica e Motores de Foguetes 30
Qualidade 30
Química Aplicada 15
Quimica Básica 30
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Resistência dos Materiais 60
Supervisão de Estágio 30
Termodinâmica Básica 30
Tópicos de Atuação Profissional - Engenharia Aeronáutica 30
Tópicos de Física Geral e Experimental 75
Tópicos de Informática 30
Tópicos de Matemática 75
Trabalho de Curso I 30
Trabalho de Curso II 30
Trabalho de Curso II - Práticas Supervisionadas 220
Transmissão de Calor 60

Carga Horária Total: 4.900 horas-aula (4.083 horas)

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