Ciência da Computação

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

SÃO JOSÉ DO RIO PARDO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 36 de 17/01/2018 publicada em 18/01/2018
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 27 de 15/01/2018 publicada em 16/01/2018
ARAÇATUBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 763 de 21/07/2017 publicada em 24/07/2017
BAURU Renovação de Reconhecimento Portaria n. 763 de 21/07/2017 publicada em 24/07/2017
ANCHIETA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
CIDADE UNIVERSITÁRIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
NORTE Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
PARAÍSO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
PAULISTA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
PINHEIROS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
ARARAQUARA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
ASSIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 637 de 18/09/2018 publicada em 19/09/2018
JUNDIAÍ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
LIMEIRA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
RIBEIRÃO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
SANTANA DE PARNAÍBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 286 de 21/12/2012 publicada em 27/12/2012
SANTOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
SOROCABA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
BRASÍLIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 286 de 21/12/2012 publicada em 27/12/2012
GOIÂNIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Alphaville Ciência da Computação 2014 3
Araçatuba Ciência da Computação 2014 3
Araraquara Ciência da Computação 2014 4
Assis Ciência da Computação 2014 2
Bauru Ciência da Computação 2014 3
Brasília Ciência da Computação 2014 2
Campinas Ciência da Computação 2014 3
Goiânia Ciência da Computação 2014 3
Jundiaí Ciência da Computação 2014 4
Limeira Ciência da Computação 2014 3
Manaus Ciência da Computação 2014 2
Ribeirão Preto Ciência da Computação 2014 4
Santos Ciência da Computação 2014 3
São José do Rio Preto Ciência da Computação 2014 3
São José dos Campos Ciência da Computação 2014 3
São Paulo Ciência da Computação 2014 3
Sorocaba Ciência da Computação 2014 3

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

Com o intuito de estimular e contribuir para a preparação de mão-de-obra especializada e indispensável à política de desenvolvimento nacional, o bacharel em Ciência da Computação tem sua formação focada, principalmente, para o projeto e desenvolvimento de produtos de software (que se transformarão em ferramentas auxiliares, e de apoio, ao desenvolvimento de sistemas de informação) e na criação/manutenção do ambiente tecnológico da organização (banco de dados, sistemas operacionais, redes de computadores, etc.).

O campo da Ciência da Computação não se restringe aos computadores. Inclui também o desenvolvimento de trabalhos práticos no setor. Por isso, cabe ao bacharel em Ciência da Computação dedicar-se aos aspectos científicos, trabalhando no desenvolvimento e adaptação de sistemas importados, no processamento de dados científicos e técnicos, bem como na criação de novas linguagens de programação e novas arquiteturas de hardware.

Para atingir o objetivo, o curso é dividido em três partes:

  • Ciclo Básico;
  • Ciclo Programação;
  • Ciclo Suporte Técnico.

No Ciclo Básico, comum aos cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação, são lecionadas as disciplinas que dão base ao aluno, capacitando-o a acompanhar as disciplinas dos outros ciclos. É finalidade do Ciclo Básico, também, fazer a transição entre o curso secundário e a parte profissionalizante de um curso universitário propriamente dito.

No Ciclo Programação constam as disciplinas que abrangem desde os aspectos básicos de programação de computadores até o enfoque sistêmico de problemas e suas soluções.

No Ciclo Suporte Técnico, procura-se fazer com que o aluno adquira os conhecimentos necessários sobre os ambientes de hardware e software, de forma a poder propor soluções.

As características necessárias para atuar na área são: raciocínio lógico, exatidão, concentração, organização e iniciativa.

Para atender às solicitações de profissionais dessa área, o currículo pleno do curso inclui disciplinas que abrangem os aspectos mais avançados da computação, possibilitando ao egresso cumprir o seu papel com dinamismo, objetividade e eficiência.

2. Atividades Principais

  • Desenvolver programas para uso específico (softwares);
  • Detectar erros e problemas em sistemas operacionais e de bancos de dados;
  • Estudar os fundamentos e técnicas da informática, criando novos sistemas operacionais e produtos de software.

3. Mercado de Trabalho

As perspectivas atuais são ótimas para os cientistas da computação, principalmente nas empresas privadas, universidades, órgãos governamentais, fabricantes de software e hardware e consultorias. Como consequência do contínuo aumento na venda de computadores e equipamentos de informática, verifica-se um aumento crescente na demanda por especialistas para esta área.

A atuação do cientista computacional é requisitada em laboratórios de pesquisas e desenvolvimento industrial, em empresas que desenvolvem interfaces, simulações, aplicativos, softwares e afins, em empresas que realizam manutenção, alterações, suporte, perícias e auditorias e também na área acadêmica, como professor ou pesquisador, entre outras.

A tendência mundial na área de computação é a terceirização e, atualmente, estão em alta todas as áreas do setor relacionadas com as telecomunicações, banco de dados, multimídia e computação gráfica.

4. Práticas

  • Laboratório de Informática (Windows, XHTML/CSS, C#, Linux, Java, Eclipse e outros)
  • Anfiteatro com Recursos de Multimídia, Telões, Datashow e outros
  • Estágio Supervisionado
  • Monitoria
  • Iniciação Científica
  • Visitas Técnicas
  • Semana de Palestras e Atividades Específica

5. Duração

4 anos

6. Coordenador

Arthur Fernando Arnold Battaglia

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Convênios

IBM academic Initiative Microsoft IT academy Program MSDN academic alliance

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Administração 30
Algebra Linear 30
Análise Matemática 30
Aplicações de Linguagem de Programação Orientada a Objetos 90
Arquitetura de Computadores 30
Aspectos Teóricos da Computação 30
Atividades Complementares 180
Atividades Práticas Supervisionadas 600
Banco de Dados 90
Cálculo Numérico 30
Ciência da Computação Integrada 30
Ciência da Computação Interdisciplinar 30
Ciências Sociais 30
Circuitos Digitais 60
Compiladores e Computabilidade 30
Computação Gráfica 30
Comunicação e Expressão 30
Desenvolvimento de Sistemas Distribuídos 60
Desenvolvimento em Ambiente Web 60
Direitos Humanos (Optativa) 20
Educação Ambiental (Optativa) 20
Eletricidade e Óptica 60
Engenharia de Software  60
Estágio 420
Estatística e Probabilidade 30
Estrutura de Dados  60
Estudos Disciplinares 100
Geometria Analítica 30
Homem e Sociedade 30
Inteligência Artificial 60
Interpretação e Produção de Textos 30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Linguagem de Programação Estruturada 90
Linguagem de Programação de Banco de Dados 60
Linguagem de Programação Orientada a Objetos 90
Linguagens Formais e Autômatos 30
Lógica de Programação e Algoritmos 90
Logica Matemática 30
Matemática Discreta 30
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Métodos de Pesquisa 30
Noções de Direito 30
Orientação - Estágio 30
Paradigmas de Linguagens 30
Processamento de Imagem 30
Projeto Lógico de Computadores 30
Qualidade de Software  60
Redes de Computadores 30
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Sistemas de Informação Inteligentes 30
Sistemas Distribuídos 60
Sistemas Operacionais  60
Sistemas Operacionais Abertos  90
Telecomunicações 30
Teoria dos Grafos 30
Tópicos de Ambiente Web 60
Tópicos de Atuação Profissional - Ciência da Computação 30
Tópicos de Matemática Aplicada 30
Trabalho de Curso I 30
Trabalho de Curso II 30

Carga Horária Total: 3.600 horas-aula (3.000 horas)

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