Logística

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

ANCHIETA Em Processo de Renovação de Reconhecimento – Protocolo 201710392. Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013.
CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
CIDADE UNIVERSITÁRIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
INDIANÓPOLIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
NORTE Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
PAULISTA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
PINHEIROS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
ARARAQUARA Em Processo de Renovação de Reconhecimento – Protocolo 201710391. Reconhecimento Portaria n. 648 de 10/12/2013 publicada em 11/12/2013
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
JUNDIAÍ Em Processo de Renovação de Reconhecimento – Protocolo 201710393. Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
LIMEIRA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
RIBEIRÃO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
SANTANA DE PARNAÍBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
SANTOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Reconhecimento Portaria n. 429 de 29/07/2014 publicada em 31/07/2014
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
SOROCABA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
GOIÂNIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Alphaville CST - Logística 2015 4
Anchieta CST - Logística 2015 2
Araraquara CST - Logística 2015 2
Campinas CST - Logística 2015 3
Chácara Santo Antônio CST - Logística 2015
Cidade Universitária CST - Logística 2015
Goiânia CST - Logística 2015 3
Jundiaí CST - Logística 2015 2
Limeira CST - Logística 2015 3
Manaus CST - Logística 2015 4
Marquês CST - Logística 2015
Norte CST - Logística 2015
Pinheiros CST - Logística 2015
Ribeirão Preto CST - Logística 2015 3
Santos CST - Logística 2015 3
São José dos Campos CST - Logística 2015 3
Sorocaba CST - Logística 2015 3
Tatuapé CST - Logística 2015

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

O Curso de Tecnologia de Logística tem por objetivo formar profissionais capazes de planejar, colocar em operação e controlar as atividades de logística de uma empresa, utilizando as metodologias e tecnologias atualizadas de gestão e identificando oportunidades de redução de custos, aumento da qualidade dos serviços em geral e aumento da qualidade de cumprimento do prazo. O profissional sairá preparado para otimizar os processos de aquisição, armazenamento e distribuição de materiais dentro do conceito de cadeia de suprimento (supply-chain), bem como para analisar aspectos de dimensão e localização de Centros de Distribuição, visando à minimização de custos operacionais e tributários, sem perda na qualidade dos serviços, e possibilitando vantagens competitivas para a empresa.

2. Atividades Principais

  • Analisar e equacionar as necessidades da logística no processo produtivo de uma empresa, visando à sua otimização;
  • analisar as tecnologias utilizadas na cadeia de suprimento de uma empresa, verificando a necessidade de melhorias;
  • atualizar-se com as tecnologias de logística disponíveis no mercado, bem como com as utilizadas pelos concorrentes;
  • dimensionar, localizar e colocar em operação Centros de Distribuição;
  • avaliar custos de operação e tributos para transportes com frota própria e de terceiros;
  • gerenciar equipes de operação nos Centros de Distribuição;
  • estar atualizado com os recursos necessários para a movimentação de materiais em um Centro de Distribuição;
  • definir indicadores de operação para controle dos serviços.

3. Mercado de Trabalho

  • Gerente de Logística
  • Gerente de Cadeia de Suprimento
  • Gerente de Operações
  • Supervisor de Operações
  • Supervisor de Cadeia de Suprimento
  • Analista de Resultados das Operações Logísticas
  • Analistas de Rotas e Meios de Transporte
  • Analista de Processos Logísticos

4. Duração do Curso

2 anos

5. Coordenador

Santiago Valverde

6. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Atividades Complementares 100
Centro de Distribuição - Estratégias de Localização 60
Comunicação Empresarial 60
Contabilidade 60
Desenvolvimento Sustentável 30
Dinâmica das Relações Interpessoais 30
Direitos Humanos (Optativa) 20
Economia e Mercado 60
Educação Ambiental (Optativa) 20
Estatística Aplicada 30
Estudos Disciplinares 300
Ética e Legislação: Trabalhista e Empresarial 60
Fundamentos de Administração 60
Fundamentos e Importância da Logística 60
Gerenciamento de Transporte 60
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Logística Integrada: Produção e Comércio 60
Logística no Comércio Eletrônico 30
Logística para Importação e Exportação 60
Matemática Aplicada 30
Matemática Financeira 30
Movimentação e Armazenagem 60
Planejamento e Controle de Estoques 60
Planejamento e Operação por Categoria de Produto 60
Planejamento Estratégico 60
Plano de Negócios 30
Projeto Integrado Multidisciplinar 400
Recursos Materiais e Patrimoniais 60
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Técnicas de Informática 30
Tecnologias para Planejamento e Operações Logísticas 60

Carga Horária Total: 2.020 horas-aula (1.683 horas)

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