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Banco
de dados
Módulo História
da Moda (São Paulo 1914-1929)
O presente
módulo concentra e disponibiliza em cd-rom informações sobre
indumentária e acessórios coletadas nas seguintes fontes:
anúncios do Mappin Stores (posteriormente conhecido
como Mappin) veiculadas nos principais jornais da
cidade de São Paulo no período 1914-1929 e crônicas de moda
da Revista Feminina publicadas entre 1915-1925.
O módulo se compõe de uma variedade de campos, que tem por
intuito transmitir o maior número de informações possíveis.
Das cores empregadas nos vestidos, ao preço de um chapéu,
todos os dados referentes às peças de roupas e tecidos anunciados
pela loja ou descritos pela revista estão ali registrados.
Em breve pretendemos também anexar imagens às fichas, proporcionando
ao pesquisador informações mais precisas sobre os trajes ali
documentados.
Como
consultar o banco?
A partir de março de 2001, os cds estarão disponíveis na sede
do Nidem e poderão ser consultados por todos os interessados,
bastando que se agende um horário (oque pode ser feito atrvés
do nosso telefone ou e-mail). Em breve pretendemos reproduzir os cds e distribuí-los
entre as bibliotecas de instituições afins em todo o país.
Saiba
um pouco mais sobre as fontes
Mappin Stores
A
loja se instala em São Paulo em 1913 e em pouco tempo se torna
ponto de referência para a moda na cidade. Nos seus primeiros
anos de funcionamento a loja se notabiliza pela variedade
de modelos de roupas e tecidos ali comercializados. Além de
comercializar produtos da marca Mappin, a loja era
um espaço que reunia modelos confeccionados pelas mais famosas
casa de alta-costura parisienses e londrinas. Uma referência
em termos de moda e implantação do gosto.
Revista
Feminina
A
publicação circulou entre 1914-1936. Dentre as mais diversas
revistas dedicadas às mulheres que circularam no período essa
é a única que apresenta uma coluna mensal de moda. Assinada
pela cronista Marinette ao longo de 10 anos, "A moda"
descrevia minuciosamente os modelos em voga. Apesar de trazer
ilustrações oque chama a atenção são os textos s ousados e
opnativos produzidos pela cronista.
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