Turismo

Atos Regulatórios

Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
CIDADE UNIVERSITÁRIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
VERGUEIRO Renovaçã de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
JUNDIAÍ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
SANTOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 707 de 18/12/2013 publicada em 19/12/2013
SOROCABA Reconhecimento Portaria n. 890 de 29/12/2016 publicada em 30/12/2016

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Campinas Turismo 2015 4
Chácara Santo Antônio Turismo 2015 3
Jundiaí Turismo 2015 3
Marquês Turismo 2015 4
Paraíso / Vergueiro Turismo 2015 4
Santos Turismo 2015 3
São José dos Campos Turismo 2012 5
Sorocaba Turismo 2015
Tatuapé Turismo 2015 3

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

O curso de bacharelado em Turismo da UNIP prepara o aluno para atuar no mercado de turismo em atividades de caráter hospitaleiro. a área de atuação em turismo abrange empresas com atividades de várias naturezas, direcionadas à prestação de serviços em hospedagem, transportes, agenciamento, eventos, alimentação, recreação, planejamento e pesquisa.

O Bacharel em Turismo pode exercer atividades ligadas ao planejamento, organização, gerenciamento e execução de ações que envolvem o Turismo.
Este profissional está apto a desenvolver projetos de planejamento para detectar novas áreas de negócios em municípios com vocação turística, atividades de consultoria a planos de negócios para empresas do setor.

Além disso, desenvolve competências e habilidades para verificar a qualidade da prestação de serviços nos equipamentos do mercado de turismo como hotéis, eventos, setores de alimentos e bebidas, transportes, entre outros.

Poderá ainda desenvolver projetos de lazer e de planejamento turístico para contextos específicos, tais como lazer para a terceira idade, creches, hospitais, turismo educacional, de intercâmbio, ecológico e empresarial.

2. Atividades Principais

  • atuar em atividades relacionadas ao planejamento e Marketing de Destinos e Produtos Turísticos;
  • elaborar planos de desenvolvimento turístico para municípios e regiões diversas do País;
  • elaborar planos de negócios para empresas de Turismo e Hospitalidade;
  • criar, administrar e assessorar agências de turismo e eventos/recreação;
  • assessorar o cliente na escolha de planos de viagem ou excursão;
  • elaborar e gerir projetos em empreendimentos hoteleiros e extra-hoteleiro;
  • trabalhar na consultoria a empresas turísticas, transportadoras, empresas de entretenimento e lazer.

3. Mercado de Trabalho

O ramo de turismo tem se expandido no mercado de trabalho mundial e principalmente no nacional. Encontram-se em alta o Turismo Ecológico, os Cruzeiros Turísticos, o Segmento de Evento e o Setor Hoteleiro, graças à melhoria da qualidade de vida das pessoas, além de se destacar também o segmento de consultoria com atividades de pesquisa e de planejamento.

4. Práticas

  • Laboratório de Turismo e Eventos
  • Laboratório de Idioma e Informática
  • Laboratórios de alimentos e Bebidas e de Gastronomia (Mini-hotel)
  • Laboratórios de Hospedagem e Recepção (Mini-hotel)
  • Plano de Desenvolvimento Turístico
  • Participação e Organização de Eventos de Turismo
  • Planejamento e Marketing de Destinos e Produtos Turísticos
  • Plano de Negócios para Empresas de Turismo e Hospitalidade
  • Jornada de Turismo
  • Visitas Técnicas em empresas e destinos turísticos
  • Dia da Recreação
  • Evento Social Comunitário
  • Iniciação Científica
  • Monitoria
  • Unidade de Estágio em Turismo
  • Atividades Complementares

5. Duração

3 anos

6. Coordenadora

Marília Gomes dos Reis Ansarah

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Alimentos e Bebidas 60
Antropologia e Cultura Brasileira 30
Atividades Complementares 280
Atividades Práticas Supervisionadas 480
Cadeia Produtiva e Rede 60
Ciências Sociais 30
Comportamento do Consumidor no Turismo 30
Comunicação e Expressão 30
Contabilidade em Hospitalidade 30
Direitos Humanos (optativa) 20
Economia e Política Internacional 60
Educação Ambiental (optativa) 20
Espaço Geográfico Brasileiro 30
Estágio Supervisionado 240
Estudo de Viabilidade Empresas Turísticas 60
Estudo do Espaço Urbano e Rural 30
Estudos Disciplinares 240
Filosofia, Comunicação e Ética 30
Fundamentos do Turismo 60
Gastronomia Regional Brasileira 30
Gestão de Pessoas em Turismo e Hotelaria 30
Gestão em Empresas Turísticas 30
Gestão Financeira 30
História e Patrimônio Cultural 60
Homem e Sociedade 30
Hospitalidade, Ambiente e Globalização 60
Hotelaria e Serviços 30
Inglês Instrumental 30
Interpretação e Produção de Textos 30
Inventário de Destinos Turísticos 30
Lazer, Entretenimento e Recreação 60
Legislação Turística e Hoteleira 30
Língua Brasileira de Sinais (optativa) 20
Marketing e Serviços de Hospitalidade 30
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Métodos de Pesquisa 30
Natureza e Turismo 30
Noções de Estatística 30
Planejamento de Cardápios e Serviços 60
Planejamento e Organização de Eventos 30
Planejamento e Políticas Públicas 30
Plano de Desenvolvimento Turístico Municipal 30
Plano de Negócios: Empresas Turísticas 30
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (optativa) 20
Supervisão do Estágio Acadêmico 60
Teorias e Técnicas da Comunicação 30
Tópicos de Atuação Profissional - Turismo 30
Transportes e Agência de Viagem 60
Turismo e Tecnologia 30
Turismo Integrado 30
Turismo Interdisciplinar 30

Carga Horária Total: 2.880 Horas-Aula (2.400 horas)

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