Serviço Social

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

PINHEIROS Reconhecimento Portaria n. 92 de 02/02/2018 publicada em 05/02/2018
TATUAPÉ Reconhecimento Portaria n. 92 de 02/02/2018 publicada em 05/02/2018
ARAÇATUBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
ASSIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
CAMPINAS Reconhecimento Portaria n. 275 de 20/04/2018 publicada em 23/04/2018
RIBEIRÃO PRETO Reconhecimento Portaria n. 745 de 14/07/2017 publicada em 17/07/2017
SANTANA DE PARNAÍBA Reconhecimento Portaria n. 857 de 04/08/2017 publicada em 07/08/2017
SANTOS Reconhecimento Portaria n. 245 de 06/04/2018 publicada em 09/04/2018
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Reconhecimento Portaria n. 275 de 20/04/2018 publicada em 23/04/2018
SOROCABA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
BRASÍLIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Alphaville Serviço Social 2016 4
Araçatuba Serviço Social 2013 3
Assis Serviço Social 2016 3
Brasília Serviço Social 2016 3
Campinas Serviço Social 2016 3
Manaus Serviço Social 2016 3
Pinheiros Serviço Social 2016 3
Ribeirão Preto Serviço Social 2016 3
Santos Serviço Social 2016 3
São José do Rio Preto Serviço Social 2016 4
São José dos Campos Serviço Social 2016 3
Sorocaba Serviço Social 2016 3
Tatuapé Serviço Social 2016 2

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

O curso de Serviço Social tem por finalidade formar assistentes sociais competentes e compromissados com o planejamento, a implementação, a coordenação e a avaliação de políticas e projetos sociais junto a indivíduos, grupos, comunidades e instituições. Como profissional indispensável ao atendimento dos grandes desafios da atualidade brasileira, a formação do assistente social implica a compreensão crítica dos problemas sociais e suas relações com movimentos e demandas populares. Além dessa compreensão, ao assistente social cabe o domínio de um conjunto de teorias, métodos e procedimentos ético políticos e metodológicos para ação nos processos sociais.

2. Atividades Principais

  • Promoção, prevenção e ampliação da cidadania;
  • Atenção, em especial, às camadas pauperizadas da população, garantindo a realização de direitos sociais e acesso aos serviços básicos de Saúde, Educação, Previdência Social, Habitação, entre outros;
  • Elaboração e execução de projetos sociais nas áreas pública e privada;
  • Consultoria em trabalhos e ações sociais;
  • Atendimento à população em ações de assistência social não paternalista.

3. Mercado de Trabalho

O Bacharel em Serviço Social está apto para trabalhar em órgãos públicos e empresas privadas (hospitais, centros de saúde, varas da infância e da juventude), sindicatos, entidades filantrópicas, organizações não governamentais, abrigos, creches, associação de moradores, empresas, além de trabalhar como docente em instituições de ensino superior.
O Assistente Social tem sido solicitado para trabalhar em equipes multiprofissionais em diferentes contextos, na medida em que o olhar desse profissional aprofunda o conhecimento do social em outras áreas.

4. Práticas

  • Visitas a equipamentos de diferentes seguimentos sociais locais.
  • Projeto de Extensão de Serviços à Comunidade: Centros Sociais, Hospitais, Organizações Não-Governamentais.
  • Projeto de Consultoria em Assistência Social: empresas públicas e privadas.
  • Grupo de Estudos em Direitos Sociais e Sujeitos Coletivos – DSSC.
  • Laboratório de Informática.
  • Monitoria.
  • Iniciação Científica.
  • Jornada de Serviço Social.
  • Palestras com temas específicos da profissão e da atualidade.
  • Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Violência (Campus Assis- SP).

5. Duração

3 anos e meio

6. Coordenadora

Amarilis Tudella

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Antropologia e Cultura Brasileira 30
Atividade Complementar 240
Atividades Práticas Supervisionadas 580
Ciências Sociais 30
Comunicação e Expressão 30
Consultoria em Serviço Social 30
Direito Constitucional 30
Direitos da Criança, do Adolescente e do Idoso 30
Direitos Humanos (Optativa) 20
Educação Ambiental (Optativa) 20
Educação Inclusiva 60
Elaboração de Projetos de Pesquisa 60
Estágio Curricular 450
Estudos Disciplinares 210
Ética Profissional 60
Formação Socio Histórica do Brasil 60
Fundamentos da Gestão Social 60
Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social 60
História do Pensamento Filosófico 60
Homem e Sociedade 30
Interpretação e Produção de Textos 30
Legislação Social e Previdenciária 60
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Métodos de Pesquisa 30
Monitoramento, Avaliação e Instrumentalidade em Serviço Social 60
Movimentos Sociais Contemporâneos 60
Noções de Estatística 30
Observação Orientada 30
Perspectivas Profissionais em Serviço Social 60
Planejamento e Gestão Social 60
Política Social e Controle Social 60
Politica Social no Brasil 30
Principios Gerais da Economia 30
Projetos de Pesquisa em Contextos Específicos 60
Projetos Sociais no Terceiro Setor 60
Psicologia do Desenvolvimento: Ciclo Vital 60
Psicologia dos Grupos e Subjetividade 30
Relações Étnico-Raciais no Brasil 30
Serviço Social e a Questão Social 60
Serviço Social e Realidade Regional 30
Serviço Social em Equipe Multidisciplinar 30
Serviço Social Integrado 30
Serviço Social Interdisciplinar 30
Serviço Social: Surgimento e Institucionalização no Brasil 60
Supervisão de Formação Profissional 60
Supervisão de Intervenção Profissional 60
Supervisão do Estágio Acadêmico 60
Teoria Geral do Serviço Social 60
Teoria Política 30
Tópicos de Atuação Profissional - Serviço Social 30
Trabalho de Conclusão de Curso 60
Trabalho de Pesquisa em Serviço Social 60

Carga Horária Total: 3.600 horas-aula

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